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Tereza, de 77 años, ha vivido siempre en una pequeña ciudad industrial de Brasil. Un día recibe una notificación oficial del gobierno para trasladarse a una colonia remota, creada para que los jubilados pasen "sus últimos años” y así dejar espacio a los más jóvenes para que sigan siendo plenamente productivos. Pero en lugar de aceptar este destino impuesto, Tereza se rebela y decide embarcarse en un viaje transformador por el Amazonas, para cumplir un último deseo antes de que le arrebaten su libertad. Esto marcará su vida para siempre.
Avis de la communauté (3)
O Último Azul é um filme que se vende por uma narrativa de ficção científica, mas que nem de longe oferta o gênero como produto. Uma distopia histórica, talvez, mas nem de longe uma ficção científica por definição do gênero. Quando ouvi o burburinho de que esse filme era também candidato ao Oscar junto a O Agente Secreto, fiquei genuinamente intrigado para assisti-lo. "Idoso não é mercadoria" tenta ser a mensagem central do filme, que tece uma crítica social a um estado capitalista que atribui valor aos seus cidadãos pela produtividade, mas o desenvolvimento desse debate é raso, repetitivo, cansa, e "faz o filme de uma hora e meia parecer ter duas horas e meia" (nas palavras do meu namorado). Nada se fala sobre esse estado utilitarista, as leis e medidas truculentas que invoca (vide cata-velho), nem mesmo sobre as colônias que cria como "solução final" para esses idosos. Prefiro pensar em O Último Azul como a redescoberta da vida e da liberdade por Tereza de Denise Weinberg. Uma última chance de uma mulher se aventurar na terceira idade, inclusive vivendo uma forma de romance pela companhia. Só assim o roteiro se sustenta. A fotografia é extraordinária e a trilha sonora conduz o ritmo do filme muito bem, mas todo o resto deixa a desejar, inclusive o fim, que dá a sensação de um banho de água fria em águas amazonenses.
It had a great satirical start, but then it just wandered off and bored me despite some beautiful images.
it's an beautiful shot movie, older women of course don't usually have this kind of screen time and maybe this shows my own prejudice to have notice this, but seen the main character having an adventure in search of her own autenticity made me realize how important is to give this kind of visibility. I will not coment on the social commentary of the movie too much, i get it's something about how we don't value older people properly, but i just watched and I'm still thinking through.