Laden...
Laden...



Herzen werden bluten.
Marie und Alex sind dicke Freundinnen. Als sie zu Alex' Eltern aufs Land fahren, um mal auszuspannen, geschieht des Nachts etwas Grauenvolles. Ein geheimnisvoller Mann mit einem Lieferwagen verschafft sich Zutritt zum Haus, schlachtet Eltern, Kind und Hund ab und entführt Alex. Marie schafft es, dem Lieferwagen zu folgen und entdeckt nach einem wahren Horrortrip das dunkle Geheimnis des scheinbar so fremden Schlächters.
Avis de la communauté (11)
Such a well-crafted cat and mouse horror thriller piece that really knows how to live up to its title. I realized I've been holding my breath for almost the entire time. It's super stylish (love the intro) and filled with uncompromising violence and suspense. The tension in this thing is constantly high and the gore is seriously impressive. The pacing works, it doesn’t take long to get into it as it doesn’t waste any time getting to the horrific elements. There's so much hate regarding the twist but I really enjoyed it. There's also some good camerawork here and the rapid editing works well for a film like this. Also strong lead performance by Cécile de France.
I revisited this and really enjoyed. Unrelenting action throughout as evil pursuit draws you in with excessive violence. Some do not like the finale, but I was good with it and feel it was earned.
Appreciated the gore effects, but a boring and numb movie. It's pretty much one slow chase. The end twist, even when accompanied with generic spooky whispering and the sound of Muse, it failed to give the movie a deeper meaning and didn't tie together any web of mystery. There is no mystery. Hardly a plot. It was a cheap contrived end that tried to salvage a terrible movie. The message is that you can make a completely crappy and unoriginal movie but as long as there is some twist, even a bad one, people will think it's clever. One of the most overrated movies I've seens in a while.
Dado o fim, nota-se que **Aja** tinha as melhores das intensões para esse filme, mas acontece que o saldo final, bagunçado, não o deixa chegar perto dessas pretensões. Ele funciona perfeitamente bem por um lado, já que, sendo um Terror componente do (velho) **_~Novo Extremismo Francês~_**, é dotado de tudo aquilo que o movimento requer: protagonismo feminino, pouca encheção de linguiça, dinamicidade e, claro, um splatter bem apurado. E é até interessante notar como o Aja se esforça pra se comunicar com o espectador, lançando luz sobre o final, ainda no decorrer do filme. [spoiler]Como exemplo, observemos a sequência em que Marie está seguindo o carro do assassino: nela, um dos planos escolhidos por Aja pra compor aquela situação é justamente um close-up frontal em Marie dentro do carro, onde se pode observar que metade do rosto dela está iluminado, enquanto a outra metade está coberta por sombras, enegrecida. _Luz_ e _Escuridão_, _Bem_ e _Mal_, deu pra entender? Pois é. Essa foi uma das formas que o filme encontrou para fazer alusão, já à caminho do final, ao fato de Marie possuir o afamado **transtorno dissociativo de identidade**, que acaba por se revelar no fim do filme.[/spoiler] Bem bacana, não? Eu achei. Só que aí vem o outro lado da coisa – tão, ou mais, importante do que o restante: o texto do filme (substancialmente composto de descrição de situações, dado o número reduzido de falas – o que não é um problema automático, é claro) deixa tantas coisas em aberto, mal explicadas, que a conclusão acaba ficando desamparada, sabe? E isso faz a esperada profundidade psicológica dele soar mais do que forçada. Daí, a dificuldade de muita gente em digerir o final; é de se entender. Podaria, sim, ter sido melhor (inclusive, se minha namorada não tivesse me spoileado o grand finale), mas, como entretenimento, a franqueza cabe aqui: até que **Alta Tensão** funciona bem.